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O Ano 2012 é representado, por boa parte da literatura contemporânea sensacionalista, como o limite temporal da humanidade e o conglomerado de eventos catastróficos que levarão à sua quase total extinção. Resumindo: O fim do mundo atual.  Esta visão é confortada por uma enganosa interpretação de restos do calendário Maya, acoplada também à um atualizado conhecimento científico do Cosmo e de suas propriedades expansivas, evolucionistas, criativas e mutantes. 

   
     

ISBN 978-85-910284-1-2

 

Livro impresso: 280 páginas

Categoria: metafísica

Preço:  R$ 34 00

Editora: Juzu Asaph

 

As mudanças cósmicas, que podem afetar a humanidade, não serão tão catastróficas como muitos gostariam deixar entender. Não será o fim do mundo, nem teremos que assistir impotentes vendo um asteróide se chocando de repente com a Terra, nem o Décimo Planeta chegará em proximidade dela para perturbar sua rota, nem as águas cobrirão de repente boa parte dos continentes. Estes processos estão todos em andamento, mas a realização de cada um deles será tão demorada que o tempo de nossa vida corporal não será suficiente para assistir ao fim de todas estas mudanças.

Um cálculo matemático nos fornece, todavia, a certeza científica de que algo acontecerá: Sexta Feira, 21 de Dezembro de 2012 é o fim de um ciclo galáctico de 25.625 anos; é o dia em que o Sol, o Sistema Solar e as Plêiades estarão perfeitamente alinhados com o Centro da Via Láctea. Isto é o fim de um dia galáctico e o amanhecer de um novo dia. Teremos que aprender a enfrentar o Universo de uma maneira diferente, porque o Universo mudou e já está começando a viver num conjunto de vibrações diferentes. Quem não conseguir se adaptar não sobreviverá espiritualmente.

A física quântica teve um avanço tão expressivo nestes últimos 70 anos que conseguiu explicar quais os efeitos da oração e mostrar que a mesma oração nada mais é que uma tecnologia a aprender, o meio mais expressivo das forças quânticas humanas para direcionar e modificar a realidade ao nosso redor. Através das palavras secretas que Jesus o Vivo revelou e que Judas Tomé transcreveu, temos a oportunidade de aprender esta tecnologia da oração já conhecida pelos nossos ancestrais, mas ocultadas após o golpe bem sucedido dos cristãos de Paulo, quando tomaram posse de Roma e de seu Império.

E conhecerei a verdade, e a verdade vos libertará.” (João, 8:38). O conhecimento é a chave para sobreviver à entrada da nova época e acordar numa boa ao amanhecer do novo dia galáctico. Será quando alguns de nós conseguirão transformar suas “almas, feitas de pensamento limitado, em Espírito que se expande” (Fonte: “O Livro de Enoque”). É quando suas almas se completam e alcançam a verdade e a eternidade, saindo do limite espaço-temporal. É quando o homem faz um salto dimensional e se supera.

   
   

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...somente R$ 24 95

Formato: e-Book Flip digital

Páginas: 322

Características: texto, áudio e imagens

Frete: grátis

Meio de entrega: download internet

O que as pessoas pensariam se soubessem que a expressão “ser feito à imagem e semelhança de Deus” refere-se à manipulação genética de uma espécie semi-humana, resultando numa outra espécie peculiar?

Através das palavras secretas e apocalípticas de Jesus, o Vivo, que o Apostolo Didymos Tau’ma (Tomé [Tomás], o gêmeo na alma) imortalou naquele que é impropriamente definido o Quinto Evangelho, descobrimos a potência e os mistérios das orações e dos milagres.

O DNA dos humanos está mudando e se preparando para o salto dimensional até o ano 2012. Um ciclo cósmico está terminando e um novo dia está para surgir. Estar ou não aqui depende só de nós.

 

Quem é Juzu Asaph?

Juzu Asaph, natural de Roma (Itália) é o resultado de inumeráveis experiências de vida enfrentadas com uma bagagem cultural que abrange musica, poesia, economia, direito, informática, física, astronomia, astrologia, radiestesia, cristianismo, budismo, e religiões médio orientais, além do domínio dos idiomas latino, inglês, português e italiano.

Sua inspiração espiritual surge em 1966 quando o Prof. Peter Harper consegue criar a primeira célula de laboratório, mantendo-a viva por sete horas. O resultado da experiência desperta nele um contraste com os ensinamentos dogmáticos católicos.

Juzu começa a escrever “um livro” através de informações canalizadas, mas nunca o termina por falta de suficientes provas documentadas, que chegarão ao público somente a partir dos anos ’80 e até o ano 2006.